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Policial baleado que estava internado em Umuarama, faleceu na manhã de hoje (03/02).

A linha de investigação…

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deu continuidade às investigações sobre o incidente ocorrido com Rodrigo Gonçalves Vieira (40) e Ana Paula Dutra (38). O casal foi localizado com ferimentos graves por arma de fogo no interior de um veículo em Umuarama, no Noroeste do estado, durante a madrugada do último sábado (31). O episódio está sob a responsabilidade da Delegacia da Mulher, que conduz o inquérito sob a linha de investigação de violência doméstica. O objetivo atual é determinar a cronologia dos fatos e as responsabilidades criminais. Por volta das 2h da manhã, na Rua Otacílio José Arruda, uma testemunha avistou um Chevrolet Cruze estacionado em um ponto sem saída. Ao notar os ocupantes feridos, acionou o socorro. O Samu encaminhou ambos ao Hospital Uopeccan. Ana Paula apresentou melhora, saindo da UTI para a enfermaria no domingo (1º), onde aguarda cirurgias faciais reparadoras. Já Rodrigo foi socorrido em estado gravíssimo e não resistiu aos ferimentos, vindo a falecer na manhã de hoje (03/02) As autoridades colheram elementos cruciais no local do crime para fundamentar o inquérito: Foi apreendida uma pistola calibre 9mm pertencente à Polícia Militar do Paraná. A arma, de uso institucional, estava no assoalho do lado do motorista. A perícia inicial indica que ao menos três tiros foram disparados dentro do carro. Rodrigo estava no banco do condutor com um ferimento transfixante. Ana Paula, no banco do passageiro, apresentava marcas de agressão física prévia e uma lesão por disparo na têmpora. Câmeras de segurança confirmaram que nenhuma outra pessoa ou veículo se aproximou do Cruze desde o momento em que estacionou até a chegada do socorro, o que sustenta a tese de que a ação foi restrita aos ocupantes. A investigação revelou que já existia um registro de boletim de ocorrência por conflito doméstico envolvendo o casal, datado de 2020. A delegada titular, Fernanda Bertoco Mello, aguarda a estabilização clínica de Ana Paula para colher seu depoimento oficial. A fala da sobrevivente é vista como a peça-chave para elucidar a motivação real do crime. Enquanto isso, a família pede privacidade e mobiliza correntes de orações pela recuperação de Ana Paula Dutra.

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